Que final de período!
O SUFOCO E A RECOMPENSA DA EXPERIÊNCIA DE APRESENTAR UM TELEJORNAL
Esse ano, eu concluo o 7º período do curso de jornalismo e tenho que admitir esse sem dúvida foi o mais complicado.
Nessa semana, tínhamos uma tarefa a principio simples que era preparar um telejornal e exibi-lo em sala de aula valendo a nota da ultima avaliação.
Tínhamos tudo acertado, os apresentadores seria eu e minha colega Érika Secondes, a entrevista ficaria a cargo da outra componente do grupo Graziela e a produção e edição de texto seriam responsabilidade dos colegas José Inácio jr e Antonia Soares
Preparamos embora um pouco atrasados, mas dentro do prazo o telejornal, mas para nossa surpresa quando fomos editar na ultima segunda-feira dois dias antes da apresentação, descobrimos que o meu microfone estava sem áudio.
Na terça eu gravei isoladamente minha parte, e como a Érika por motivos de trabalho não pôde vim apresentar, na quarta feira no dia da apresentação Antônia responsável pela produção, resolveu faltar um dia do seu trabalho, atitude louvável para gravar ao meu lado o telejornal.
No sufoco em cima da hora, faltando meia hora para o inicio da aula da professora Cristiane Sekeff,o Júnior responsável pela TV termina de editar nosso programa..Mas faltava algo, era preciso uma entrevista para completar o telejornal.
A fita que tinha a gravação da entrevista feita pela Érika some, e praticamente ao vivo resolvo fazer uma entrevista com uma das repórteres do programa Revista FSA, minha colega e amiga Rayara Kelly, e com ajuda da outra amiga do programa Karen Berlamino,a entrevista foi editada
Por fim apresentamos o programa e ao assistir fiquei um pouco decepcionado por achar que poderia ter ficado melhor, mas a sensação de ter experimentado apresentar um telejornal foi única e os erros cometidos eu vou levar como aprendizado, para não serem cometidos no exercício da profissão.
sábado, 5 de dezembro de 2009
MATÉRIA SÉRIE MÚSICA II (PROFISSIONALIZAÇÃO)
OLÁ INTERNAUTA!
MATÉRIA SÉRIE MÚSICA II (PROFISSIONALIZAÇÃO)
O recém criado palácio da música foi o local escolhido por nossa produção para execução dessa matéria
O foco era mostra como os músicos piauienses atuam na profissão. Algumas perguntas como as dificuldades encontradas e a valorização foram feitas aos entrevistados.
Os entrevistados foram alguns dos componentes da orquestra sinfônica de Teresina, como Élson Veras e o maestro Aurélio que comanda a mesma.
Entre outras coisas eles falaram da falta de reconhecimento do público local, mas deixaram claro que a paixão que eles sentem pela música supera todas as dificuldades.
Essa foi uma das matérias mais complicadas, pois chegamos atrasados e tivemos que esperar o ensaio da orquestra para entrevistar os músicos, mas com um pouco de insistência o maestro Aurélio aceitou conversar com a gente.
A recompensa foi ouvir o belo som da orquestra sinfônica de Teresina. Dar orgulho de ser piauiense ao ver o auto nível de nossos músicos.
MATÉRIA SÉRIE MÚSICA II (PROFISSIONALIZAÇÃO)
O recém criado palácio da música foi o local escolhido por nossa produção para execução dessa matéria
O foco era mostra como os músicos piauienses atuam na profissão. Algumas perguntas como as dificuldades encontradas e a valorização foram feitas aos entrevistados.
Os entrevistados foram alguns dos componentes da orquestra sinfônica de Teresina, como Élson Veras e o maestro Aurélio que comanda a mesma.
Entre outras coisas eles falaram da falta de reconhecimento do público local, mas deixaram claro que a paixão que eles sentem pela música supera todas as dificuldades.
Essa foi uma das matérias mais complicadas, pois chegamos atrasados e tivemos que esperar o ensaio da orquestra para entrevistar os músicos, mas com um pouco de insistência o maestro Aurélio aceitou conversar com a gente.
A recompensa foi ouvir o belo som da orquestra sinfônica de Teresina. Dar orgulho de ser piauiense ao ver o auto nível de nossos músicos.
MATÉRIA PRAÇA DA BANDEIRA
OLÁ INTERNAUTA!
MATÉRIA PRAÇA DA BANDEIRA
Eu e a equipe do programa Revista FSA, começamos a produzir uma série de reportagem sobre as praças de Teresina.
E na primeira reportagem você verá um pouco da praça marechal Deodoro da Fonseca, conhecida carinhosamente como Praça da Bandeira.
O OFF da matéria foi criado a partir de uma vamos dizer assim “negação” ao que está escrita na letra da música ( a mesma praça),antiga trilha do programa a praça é nossa do SBT.A intenção é dizer que a praça da bandeira não é uma praça qualquer com bancos,flores,jardins e que além disso tudo a praça é um patrimônio histórico da cidade.
Na próxima semana no programa revista FSA ás 18h00 na TV Antares canal 2, você poderá conferir, mas uma reportagem desse aprendiz de repórter fiquem ligado!
MATÉRIA PRAÇA DA BANDEIRA
Eu e a equipe do programa Revista FSA, começamos a produzir uma série de reportagem sobre as praças de Teresina.
E na primeira reportagem você verá um pouco da praça marechal Deodoro da Fonseca, conhecida carinhosamente como Praça da Bandeira.
O OFF da matéria foi criado a partir de uma vamos dizer assim “negação” ao que está escrita na letra da música ( a mesma praça),antiga trilha do programa a praça é nossa do SBT.A intenção é dizer que a praça da bandeira não é uma praça qualquer com bancos,flores,jardins e que além disso tudo a praça é um patrimônio histórico da cidade.
Na próxima semana no programa revista FSA ás 18h00 na TV Antares canal 2, você poderá conferir, mas uma reportagem desse aprendiz de repórter fiquem ligado!
terça-feira, 3 de novembro de 2009
O radialista Rodrigo
Olá internauta!
Quero fazer o convite para todos sintonizarem a Rádio Antares AM 800 aos domingos às 8h da manhã e ouvir o bom programa Freqüência Universitária.
Além de muita informação o programa aborda temas como saúde, meio ambiente, educação e música.
O programa faz parte assim como o Revista FSA do projeto de extensão da faculdade Santo Agostinho, portanto feito por alunos da instituição.
Eu tenho o orgulho de fazer parte dessa boa equipe comandada pelo professor Geraldo Gomes.
Vale à pena conferir!
Quero fazer o convite para todos sintonizarem a Rádio Antares AM 800 aos domingos às 8h da manhã e ouvir o bom programa Freqüência Universitária.
Além de muita informação o programa aborda temas como saúde, meio ambiente, educação e música.
O programa faz parte assim como o Revista FSA do projeto de extensão da faculdade Santo Agostinho, portanto feito por alunos da instituição.
Eu tenho o orgulho de fazer parte dessa boa equipe comandada pelo professor Geraldo Gomes.
Vale à pena conferir!
O VAI E VEM DA VIDA DE CAMINHONEIRO
Olá internauta!
Ainda em Nova Santa Rosa, eu e nossa equipe tivemos a oportunidade de conversar com dois caminhoneiros gaúchos e essa longa e gratificante conversa virou matéria que será exibida na próxima sexta-feira dia 6 de novembro às 20h na TV Antares canal 2.
Seu Dani experiente caminhoneiro viaja sempre acompanhado de seu filho Daniel. Juntos enfrentam as dificuldades da profissão, mas seguem firme nesse vai e vem da profissão.
Em nossa conversa eles falaram de saudade da família, mostram um pouco do caminhão que além de instrumento de trabalho serve como uma segunda casa para eles com direito até cozinha.
Como bons gaúchos seu Dani e Daniel levam sempre em suas viagens o tradicional chimarrão.
Essa matéria ficou interessante, pois vai mostrar um pouco da vida de profissionais que passam muitas vezes despercebidos.
Não posso estragar a surpresa por isso não vou contar tudo. Fica mais uma vez o convite para todos os internautas que acessam o meu blog assistir a matéria vida de caminhoneiro o vai e vem de dois gaúchos que achamos em Nova Santa Rosa, no meio do cerrado piauiense.
Não percam também as matérias dos meus colegas do programa revista FSA!
Ainda em Nova Santa Rosa, eu e nossa equipe tivemos a oportunidade de conversar com dois caminhoneiros gaúchos e essa longa e gratificante conversa virou matéria que será exibida na próxima sexta-feira dia 6 de novembro às 20h na TV Antares canal 2.
Seu Dani experiente caminhoneiro viaja sempre acompanhado de seu filho Daniel. Juntos enfrentam as dificuldades da profissão, mas seguem firme nesse vai e vem da profissão.
Em nossa conversa eles falaram de saudade da família, mostram um pouco do caminhão que além de instrumento de trabalho serve como uma segunda casa para eles com direito até cozinha.
Como bons gaúchos seu Dani e Daniel levam sempre em suas viagens o tradicional chimarrão.
Essa matéria ficou interessante, pois vai mostrar um pouco da vida de profissionais que passam muitas vezes despercebidos.
Não posso estragar a surpresa por isso não vou contar tudo. Fica mais uma vez o convite para todos os internautas que acessam o meu blog assistir a matéria vida de caminhoneiro o vai e vem de dois gaúchos que achamos em Nova Santa Rosa, no meio do cerrado piauiense.
Não percam também as matérias dos meus colegas do programa revista FSA!
NOVA SANTA ROSA
Se você pensou que a aventura pelo sul do estado ficou restrita a Uruçuí, engana-se. Nossa equipe composta pelo motorista Seu Antonio, Joaquim Júnior professor responsável pela TV FSA e os colegas cinegrafistas Anderson Sabóia e Mayolly Sena e as repórteres Diane Nogueira e Rayara Kelly Campos fomos até a Nova Santa Rosa, comunidade dos sulistas.
O local é impressionante primeiro pelo difícil acesso. Tivemos sérios problemas com a estrada em péssimo estado, o carro da nossa equipe atolou e passamos muitas horas até chegar ao local. Você pode se perguntar o que há de impressionante nisso? O que nos impressionou é como no meio de um nada, pessoas vindas de longe como esses sulistas conseguiram e vem conseguindo construir uma verdadeira cidade com energia elétrica, padaria, mercearia e até clube.
A sensação que eu tive ao chegar à nova Santa Rosa foi de estar em alguma cidade do sul do Brasil. Pessoas de pele branca, a maioria louros de olhos azuis, usando vestimentas tradicionais da cultura gaucha e da região sul do país, costumes diferentes do nosso como o consumo de chimarrão e a prática do bocha, modalidade esportiva comum entre eles.
Tudo era novo para os meus olhos de repórter, fiquei espantado com o número de famílias sulista que reside no local, cerca de 100 entre descendentes de italianos, alemães, russos e poloneses.
Na visita que fizemos a padaria, tivemos a oportunidade de conhecer as especialidades da culinária sulista, doces, tortas, bolos e salgados bastante diferentes dos que estamos acostumados.
Vimos o progresso chegar com a plantação de soja, mas ficamos preocupados com a devastação da vegetação nativa da região.
Ficou para nós além de claro testemunhar muitas novidades. O orgulho de ser segundo eles mesmos moradores de Nova Santa Rosa, a primeira equipe de TV do Piauí a chegar ao local. Uma experiência inesquecível.
O local é impressionante primeiro pelo difícil acesso. Tivemos sérios problemas com a estrada em péssimo estado, o carro da nossa equipe atolou e passamos muitas horas até chegar ao local. Você pode se perguntar o que há de impressionante nisso? O que nos impressionou é como no meio de um nada, pessoas vindas de longe como esses sulistas conseguiram e vem conseguindo construir uma verdadeira cidade com energia elétrica, padaria, mercearia e até clube.
A sensação que eu tive ao chegar à nova Santa Rosa foi de estar em alguma cidade do sul do Brasil. Pessoas de pele branca, a maioria louros de olhos azuis, usando vestimentas tradicionais da cultura gaucha e da região sul do país, costumes diferentes do nosso como o consumo de chimarrão e a prática do bocha, modalidade esportiva comum entre eles.
Tudo era novo para os meus olhos de repórter, fiquei espantado com o número de famílias sulista que reside no local, cerca de 100 entre descendentes de italianos, alemães, russos e poloneses.
Na visita que fizemos a padaria, tivemos a oportunidade de conhecer as especialidades da culinária sulista, doces, tortas, bolos e salgados bastante diferentes dos que estamos acostumados.
Vimos o progresso chegar com a plantação de soja, mas ficamos preocupados com a devastação da vegetação nativa da região.
Ficou para nós além de claro testemunhar muitas novidades. O orgulho de ser segundo eles mesmos moradores de Nova Santa Rosa, a primeira equipe de TV do Piauí a chegar ao local. Uma experiência inesquecível.
AVENTURA EM URUÇUÍ
Olá internauta!
No dia 19 de outubro, nosso querido estado do Piauí comemorou aniversário e a equipe do programa Revista FSA, para festejar essa importante data, colocou o pé na estrada para mostrar as belezas do nosso estado.
Tínhamos tudo programado os destinos seriam: Campo Maior, Pedro II, Parnaíba, Oeiras e Uruçuí, mas por problemas com a direção da faculdade, apenas duas viagens foram possíveis. E esse aprendiz de repórter que vos fala estava em uma dessas aventuras.
Minha experiência de viagem é pequena, confesso nunca tinha viajado tão longe. Foram 473 quilômetros percorridos até chegar a Uruçuí, umas das cidades mais prósperas do sul do estado.
A região ficou nas ultimas décadas conhecida pelo cultivo da soja e a imigração de sulistas (gaúchos, catarinenses, paranaenses), gente que vem colaborando com o progresso, mas que é acusada de está destruindo o cerrado.
A cidade é encantadora, para chegar é preciso passar por uma balsa que em breve será substituída por uma ponte que está sendo construída. O povo é simples acolhedor e o que mais me chamou atenção no uruçuiense foi o orgulho que esse povo tem de sua terra. Por onde nossa equipe andou as pessoas mostravam com entusiasmo as obras, falavam da riqueza da região, do cultivo da soja. Com isso tudo deu para entender o motivo desse desenvolvimento. A força daquela região está em seu povo que enfrenta as dificuldades comuns dos nordestinos, mas não se esquece de lutar.
No dia 19 de outubro, nosso querido estado do Piauí comemorou aniversário e a equipe do programa Revista FSA, para festejar essa importante data, colocou o pé na estrada para mostrar as belezas do nosso estado.
Tínhamos tudo programado os destinos seriam: Campo Maior, Pedro II, Parnaíba, Oeiras e Uruçuí, mas por problemas com a direção da faculdade, apenas duas viagens foram possíveis. E esse aprendiz de repórter que vos fala estava em uma dessas aventuras.
Minha experiência de viagem é pequena, confesso nunca tinha viajado tão longe. Foram 473 quilômetros percorridos até chegar a Uruçuí, umas das cidades mais prósperas do sul do estado.
A região ficou nas ultimas décadas conhecida pelo cultivo da soja e a imigração de sulistas (gaúchos, catarinenses, paranaenses), gente que vem colaborando com o progresso, mas que é acusada de está destruindo o cerrado.
A cidade é encantadora, para chegar é preciso passar por uma balsa que em breve será substituída por uma ponte que está sendo construída. O povo é simples acolhedor e o que mais me chamou atenção no uruçuiense foi o orgulho que esse povo tem de sua terra. Por onde nossa equipe andou as pessoas mostravam com entusiasmo as obras, falavam da riqueza da região, do cultivo da soja. Com isso tudo deu para entender o motivo desse desenvolvimento. A força daquela região está em seu povo que enfrenta as dificuldades comuns dos nordestinos, mas não se esquece de lutar.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
BASTIDORES DA MATÉRIA:CORAL DE LÍBRAS
O coral de libras é composto por alunos da Faculdade Santo Agostinho sob orientação da professora Socorro Teles. O objetivo é possibilitar que a música chegue de forma compreensível a portadores de deficiência auditiva.
Essa matéria foi desenvolvida sem pauta e contou com o improviso do repórter. O foco era mostrar o curso de libras desenvolvido pela Faculdade Santo Agostinho.
Entrevistamos a professora Socorro Teles que nos relatou sobre o projeto, e a aluna Jéssica Laís que faz parte da equipe do coral.
Assim como nas outras matérias que pude desenvolver na TV FSA, nesta aprendi muito. Aqui a lição que ficou é que seja verbal ou não-verbal, a comunicação é a ferramenta indispensável para o desenvolvimento de uma sociedade homogênea, independente das diferenças físicas ou sociais dos indivíduos que a compõem.
Essa matéria foi desenvolvida sem pauta e contou com o improviso do repórter. O foco era mostrar o curso de libras desenvolvido pela Faculdade Santo Agostinho.
Entrevistamos a professora Socorro Teles que nos relatou sobre o projeto, e a aluna Jéssica Laís que faz parte da equipe do coral.
Assim como nas outras matérias que pude desenvolver na TV FSA, nesta aprendi muito. Aqui a lição que ficou é que seja verbal ou não-verbal, a comunicação é a ferramenta indispensável para o desenvolvimento de uma sociedade homogênea, independente das diferenças físicas ou sociais dos indivíduos que a compõem.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Bastidores da matéria: A nova cara do comércio de Teresina
Um trabalho difícil, demorado e quase frustrado, é o resumo que eu como repórter e produtor descrevo os bastidores da matéria a nova cara do comércio de Teresina. O foco era mostrar o crescimento do número de orientais, principalmente chineses, no centro da cidade.
A matéria era uma idéia antiga minha, que ao andar pelas ruas do comércio, pude observar vários estabelecimentos comercias, entre pastelarias e lojas de produtos importados pertencentes aos chineses aqui. Para realizar a matéria só estava aguardando o inicio do 7º período do curso, onde pagamos as disciplinas de telejornalismo, mas a oportunidade de desenvolvê-la viria um pouco antes no curso de extensão de TV ministrado pela professora Clarissa Carvalho durante as férias.
Essa seria a minha primeira matéria, fui bastante empolgado, acompanhado de duas colegas as estudantes Bruna Carvalho e kleveliny Matos que faziam parte do meu grupo no projeto, a função de cinegrafista foi exercida pelo também estudante Mayoli Sena que já tinha certa experiência por fazer parte da equipe da TV FSA. Tinha tudo planejado, mas o nervosismo e a imaturidade de nossa equipe, somado as dificuldades de entrevistar os chineses, impossibilitaram a conclusão da matéria.
As aulas começam e a idéia de concluir a matéria não saia da minha cabeça, entrei para equipe da TV FSA, aonde tive a oportunidade de vivenciar na prática o trabalho em uma redação de TV, fui ganhando confiança e logo realizei minhas primeiras matérias, que tiveram como tema: a casa da cultura, doação de sangue e o projeto crianças, jovens, futuros cidadãos. Fiquei satisfeito com o meu trabalho realizado nestas matérias, mas faltava algo que tinha deixado para trás, concluir a matéria sobre os chineses para mim era obrigação.
Após muita insistência na segunda tentativa conseguimos entrevistar dois chineses, gravamos sonoras também com uma consumidora e um funcionário de uma pastelaria chinesa, pronto era o que eu precisava para a conclusão da matéria, que além de contar com belas imagens do colega cinegrafista Rafael Nascimento, contou também com um razoável texto e uma boa trilha.
Já ouvi de vários jornalistas, que para exercer esta profissão é preciso ter vocação, e ao longo de minha caminhada pelo centro gravando a matéria a nova cara do comércio de Teresina, pude comprovar isto. Levamos muitos nãos dos chineses, protagonistas da matéria, mas em momento algum pensamos em desistir, o resultado final foi um bom trabalho.
A matéria era uma idéia antiga minha, que ao andar pelas ruas do comércio, pude observar vários estabelecimentos comercias, entre pastelarias e lojas de produtos importados pertencentes aos chineses aqui. Para realizar a matéria só estava aguardando o inicio do 7º período do curso, onde pagamos as disciplinas de telejornalismo, mas a oportunidade de desenvolvê-la viria um pouco antes no curso de extensão de TV ministrado pela professora Clarissa Carvalho durante as férias.
Essa seria a minha primeira matéria, fui bastante empolgado, acompanhado de duas colegas as estudantes Bruna Carvalho e kleveliny Matos que faziam parte do meu grupo no projeto, a função de cinegrafista foi exercida pelo também estudante Mayoli Sena que já tinha certa experiência por fazer parte da equipe da TV FSA. Tinha tudo planejado, mas o nervosismo e a imaturidade de nossa equipe, somado as dificuldades de entrevistar os chineses, impossibilitaram a conclusão da matéria.
As aulas começam e a idéia de concluir a matéria não saia da minha cabeça, entrei para equipe da TV FSA, aonde tive a oportunidade de vivenciar na prática o trabalho em uma redação de TV, fui ganhando confiança e logo realizei minhas primeiras matérias, que tiveram como tema: a casa da cultura, doação de sangue e o projeto crianças, jovens, futuros cidadãos. Fiquei satisfeito com o meu trabalho realizado nestas matérias, mas faltava algo que tinha deixado para trás, concluir a matéria sobre os chineses para mim era obrigação.
Após muita insistência na segunda tentativa conseguimos entrevistar dois chineses, gravamos sonoras também com uma consumidora e um funcionário de uma pastelaria chinesa, pronto era o que eu precisava para a conclusão da matéria, que além de contar com belas imagens do colega cinegrafista Rafael Nascimento, contou também com um razoável texto e uma boa trilha.
Já ouvi de vários jornalistas, que para exercer esta profissão é preciso ter vocação, e ao longo de minha caminhada pelo centro gravando a matéria a nova cara do comércio de Teresina, pude comprovar isto. Levamos muitos nãos dos chineses, protagonistas da matéria, mas em momento algum pensamos em desistir, o resultado final foi um bom trabalho.
sábado, 29 de agosto de 2009
OS BASTIDORES DA MATÉRIA: CRIANÇAS, JOVENS, FUTUROS CIDADÃOS
A matéria relacionada a voluntariado foi produzida pelos estudantes de jornalismo, Natália Borges e Rodrigo Carvalho, com o objetivo de ser exibida no programa Revista FSA, que vai ao ar todas as sextas às 19h30minn na TV Antares canal 2.
O foco era mostrar o projeto realizado por Senhor Newton Lemos, homem simples, profissional de limpeza, que ajuda jovens com pouca perspectiva de futuro a trocarem as ruas pela bola.
Primeiro visitamos a casa do Senhor Newton que fica no bairro São Pedro, zona sul de Teresina, próximo a Faculdade Santo Agostinho. Lá tivemos a primeira conversa com ele, que nos contou um pouco de sua vida e demonstrou seu trabalho de reciclagem.
Nossa equipe composta por mim o repórter, pela produtora Natália Borges e os cinegrafistas Maiolly Senna e Rafael Nascimento, acompanhou o entrevistado até uma fábrica de salgados, que fez a doação do lanche dos meninos do projeto.
Dirigimo-nos ao campo da Vermelha, local onde o projeto Crianças, jovens, futuros cidadãos é realizado. Chegando lá a primeira coisa que nos marcou, foi o precário estado de conservação do local, em vez de gramado, o campo era de terra batida, a bola era emprestada, e as crianças nem uniforme tinham.
Com tantas dificuldades a primeira vista foi difícil entender como o projeto consegue se manter. Mas ao longo de nossa observação, fomos testemunhas de demonstrações de amor, solidariedade e principalmente um sentimento de humanidade raro de se ver, que logo responderam todas as nossas inquietações.
Entrevistamos os jovens Alessandro de 10 anos, e Iago de 14 e ambos nos revelaram ter o mesmo sonho: ser jogador de futebol. Na verdade a sensação que eu tive como repórter era de ter feita a pergunta mais obvia e desnecessária a um entrevistado. Era só olhar para cada um daqueles meninos, e notar os seus olhos brilhando ao entrar no campinho, que saberia a resposta.
Voltamos à sede da TV FSA, com a sensação de dever cumprido. Escrevi e depois gravei o off da matéria. No outro dia pela manhã recebo um telefonema. Advinha de quem? Claro que só podia ser dele, Senhor Newton lemos, dizendo que gostaria de presentear-me com uma camiseta do projeto. Após agradecer-lhe e desligar o telefone, refleti sobre o quanto é apaixonante a profissão que escolhi. Com diploma ou sem diploma, ser testemunha de belas histórias da vida real como esta, e ter a oportunidade de conhecer gente como Senhor Newton, é mais uma exclusividade do jornalista e isso ninguém pode tirar.
O foco era mostrar o projeto realizado por Senhor Newton Lemos, homem simples, profissional de limpeza, que ajuda jovens com pouca perspectiva de futuro a trocarem as ruas pela bola.
Primeiro visitamos a casa do Senhor Newton que fica no bairro São Pedro, zona sul de Teresina, próximo a Faculdade Santo Agostinho. Lá tivemos a primeira conversa com ele, que nos contou um pouco de sua vida e demonstrou seu trabalho de reciclagem.
Nossa equipe composta por mim o repórter, pela produtora Natália Borges e os cinegrafistas Maiolly Senna e Rafael Nascimento, acompanhou o entrevistado até uma fábrica de salgados, que fez a doação do lanche dos meninos do projeto.
Dirigimo-nos ao campo da Vermelha, local onde o projeto Crianças, jovens, futuros cidadãos é realizado. Chegando lá a primeira coisa que nos marcou, foi o precário estado de conservação do local, em vez de gramado, o campo era de terra batida, a bola era emprestada, e as crianças nem uniforme tinham.
Com tantas dificuldades a primeira vista foi difícil entender como o projeto consegue se manter. Mas ao longo de nossa observação, fomos testemunhas de demonstrações de amor, solidariedade e principalmente um sentimento de humanidade raro de se ver, que logo responderam todas as nossas inquietações.
Entrevistamos os jovens Alessandro de 10 anos, e Iago de 14 e ambos nos revelaram ter o mesmo sonho: ser jogador de futebol. Na verdade a sensação que eu tive como repórter era de ter feita a pergunta mais obvia e desnecessária a um entrevistado. Era só olhar para cada um daqueles meninos, e notar os seus olhos brilhando ao entrar no campinho, que saberia a resposta.
Voltamos à sede da TV FSA, com a sensação de dever cumprido. Escrevi e depois gravei o off da matéria. No outro dia pela manhã recebo um telefonema. Advinha de quem? Claro que só podia ser dele, Senhor Newton lemos, dizendo que gostaria de presentear-me com uma camiseta do projeto. Após agradecer-lhe e desligar o telefone, refleti sobre o quanto é apaixonante a profissão que escolhi. Com diploma ou sem diploma, ser testemunha de belas histórias da vida real como esta, e ter a oportunidade de conhecer gente como Senhor Newton, é mais uma exclusividade do jornalista e isso ninguém pode tirar.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
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