Que final de período!
O SUFOCO E A RECOMPENSA DA EXPERIÊNCIA DE APRESENTAR UM TELEJORNAL
Esse ano, eu concluo o 7º período do curso de jornalismo e tenho que admitir esse sem dúvida foi o mais complicado.
Nessa semana, tínhamos uma tarefa a principio simples que era preparar um telejornal e exibi-lo em sala de aula valendo a nota da ultima avaliação.
Tínhamos tudo acertado, os apresentadores seria eu e minha colega Érika Secondes, a entrevista ficaria a cargo da outra componente do grupo Graziela e a produção e edição de texto seriam responsabilidade dos colegas José Inácio jr e Antonia Soares
Preparamos embora um pouco atrasados, mas dentro do prazo o telejornal, mas para nossa surpresa quando fomos editar na ultima segunda-feira dois dias antes da apresentação, descobrimos que o meu microfone estava sem áudio.
Na terça eu gravei isoladamente minha parte, e como a Érika por motivos de trabalho não pôde vim apresentar, na quarta feira no dia da apresentação Antônia responsável pela produção, resolveu faltar um dia do seu trabalho, atitude louvável para gravar ao meu lado o telejornal.
No sufoco em cima da hora, faltando meia hora para o inicio da aula da professora Cristiane Sekeff,o Júnior responsável pela TV termina de editar nosso programa..Mas faltava algo, era preciso uma entrevista para completar o telejornal.
A fita que tinha a gravação da entrevista feita pela Érika some, e praticamente ao vivo resolvo fazer uma entrevista com uma das repórteres do programa Revista FSA, minha colega e amiga Rayara Kelly, e com ajuda da outra amiga do programa Karen Berlamino,a entrevista foi editada
Por fim apresentamos o programa e ao assistir fiquei um pouco decepcionado por achar que poderia ter ficado melhor, mas a sensação de ter experimentado apresentar um telejornal foi única e os erros cometidos eu vou levar como aprendizado, para não serem cometidos no exercício da profissão.
sábado, 5 de dezembro de 2009
MATÉRIA SÉRIE MÚSICA II (PROFISSIONALIZAÇÃO)
OLÁ INTERNAUTA!
MATÉRIA SÉRIE MÚSICA II (PROFISSIONALIZAÇÃO)
O recém criado palácio da música foi o local escolhido por nossa produção para execução dessa matéria
O foco era mostra como os músicos piauienses atuam na profissão. Algumas perguntas como as dificuldades encontradas e a valorização foram feitas aos entrevistados.
Os entrevistados foram alguns dos componentes da orquestra sinfônica de Teresina, como Élson Veras e o maestro Aurélio que comanda a mesma.
Entre outras coisas eles falaram da falta de reconhecimento do público local, mas deixaram claro que a paixão que eles sentem pela música supera todas as dificuldades.
Essa foi uma das matérias mais complicadas, pois chegamos atrasados e tivemos que esperar o ensaio da orquestra para entrevistar os músicos, mas com um pouco de insistência o maestro Aurélio aceitou conversar com a gente.
A recompensa foi ouvir o belo som da orquestra sinfônica de Teresina. Dar orgulho de ser piauiense ao ver o auto nível de nossos músicos.
MATÉRIA SÉRIE MÚSICA II (PROFISSIONALIZAÇÃO)
O recém criado palácio da música foi o local escolhido por nossa produção para execução dessa matéria
O foco era mostra como os músicos piauienses atuam na profissão. Algumas perguntas como as dificuldades encontradas e a valorização foram feitas aos entrevistados.
Os entrevistados foram alguns dos componentes da orquestra sinfônica de Teresina, como Élson Veras e o maestro Aurélio que comanda a mesma.
Entre outras coisas eles falaram da falta de reconhecimento do público local, mas deixaram claro que a paixão que eles sentem pela música supera todas as dificuldades.
Essa foi uma das matérias mais complicadas, pois chegamos atrasados e tivemos que esperar o ensaio da orquestra para entrevistar os músicos, mas com um pouco de insistência o maestro Aurélio aceitou conversar com a gente.
A recompensa foi ouvir o belo som da orquestra sinfônica de Teresina. Dar orgulho de ser piauiense ao ver o auto nível de nossos músicos.
MATÉRIA PRAÇA DA BANDEIRA
OLÁ INTERNAUTA!
MATÉRIA PRAÇA DA BANDEIRA
Eu e a equipe do programa Revista FSA, começamos a produzir uma série de reportagem sobre as praças de Teresina.
E na primeira reportagem você verá um pouco da praça marechal Deodoro da Fonseca, conhecida carinhosamente como Praça da Bandeira.
O OFF da matéria foi criado a partir de uma vamos dizer assim “negação” ao que está escrita na letra da música ( a mesma praça),antiga trilha do programa a praça é nossa do SBT.A intenção é dizer que a praça da bandeira não é uma praça qualquer com bancos,flores,jardins e que além disso tudo a praça é um patrimônio histórico da cidade.
Na próxima semana no programa revista FSA ás 18h00 na TV Antares canal 2, você poderá conferir, mas uma reportagem desse aprendiz de repórter fiquem ligado!
MATÉRIA PRAÇA DA BANDEIRA
Eu e a equipe do programa Revista FSA, começamos a produzir uma série de reportagem sobre as praças de Teresina.
E na primeira reportagem você verá um pouco da praça marechal Deodoro da Fonseca, conhecida carinhosamente como Praça da Bandeira.
O OFF da matéria foi criado a partir de uma vamos dizer assim “negação” ao que está escrita na letra da música ( a mesma praça),antiga trilha do programa a praça é nossa do SBT.A intenção é dizer que a praça da bandeira não é uma praça qualquer com bancos,flores,jardins e que além disso tudo a praça é um patrimônio histórico da cidade.
Na próxima semana no programa revista FSA ás 18h00 na TV Antares canal 2, você poderá conferir, mas uma reportagem desse aprendiz de repórter fiquem ligado!
terça-feira, 3 de novembro de 2009
O radialista Rodrigo
Olá internauta!
Quero fazer o convite para todos sintonizarem a Rádio Antares AM 800 aos domingos às 8h da manhã e ouvir o bom programa Freqüência Universitária.
Além de muita informação o programa aborda temas como saúde, meio ambiente, educação e música.
O programa faz parte assim como o Revista FSA do projeto de extensão da faculdade Santo Agostinho, portanto feito por alunos da instituição.
Eu tenho o orgulho de fazer parte dessa boa equipe comandada pelo professor Geraldo Gomes.
Vale à pena conferir!
Quero fazer o convite para todos sintonizarem a Rádio Antares AM 800 aos domingos às 8h da manhã e ouvir o bom programa Freqüência Universitária.
Além de muita informação o programa aborda temas como saúde, meio ambiente, educação e música.
O programa faz parte assim como o Revista FSA do projeto de extensão da faculdade Santo Agostinho, portanto feito por alunos da instituição.
Eu tenho o orgulho de fazer parte dessa boa equipe comandada pelo professor Geraldo Gomes.
Vale à pena conferir!
O VAI E VEM DA VIDA DE CAMINHONEIRO
Olá internauta!
Ainda em Nova Santa Rosa, eu e nossa equipe tivemos a oportunidade de conversar com dois caminhoneiros gaúchos e essa longa e gratificante conversa virou matéria que será exibida na próxima sexta-feira dia 6 de novembro às 20h na TV Antares canal 2.
Seu Dani experiente caminhoneiro viaja sempre acompanhado de seu filho Daniel. Juntos enfrentam as dificuldades da profissão, mas seguem firme nesse vai e vem da profissão.
Em nossa conversa eles falaram de saudade da família, mostram um pouco do caminhão que além de instrumento de trabalho serve como uma segunda casa para eles com direito até cozinha.
Como bons gaúchos seu Dani e Daniel levam sempre em suas viagens o tradicional chimarrão.
Essa matéria ficou interessante, pois vai mostrar um pouco da vida de profissionais que passam muitas vezes despercebidos.
Não posso estragar a surpresa por isso não vou contar tudo. Fica mais uma vez o convite para todos os internautas que acessam o meu blog assistir a matéria vida de caminhoneiro o vai e vem de dois gaúchos que achamos em Nova Santa Rosa, no meio do cerrado piauiense.
Não percam também as matérias dos meus colegas do programa revista FSA!
Ainda em Nova Santa Rosa, eu e nossa equipe tivemos a oportunidade de conversar com dois caminhoneiros gaúchos e essa longa e gratificante conversa virou matéria que será exibida na próxima sexta-feira dia 6 de novembro às 20h na TV Antares canal 2.
Seu Dani experiente caminhoneiro viaja sempre acompanhado de seu filho Daniel. Juntos enfrentam as dificuldades da profissão, mas seguem firme nesse vai e vem da profissão.
Em nossa conversa eles falaram de saudade da família, mostram um pouco do caminhão que além de instrumento de trabalho serve como uma segunda casa para eles com direito até cozinha.
Como bons gaúchos seu Dani e Daniel levam sempre em suas viagens o tradicional chimarrão.
Essa matéria ficou interessante, pois vai mostrar um pouco da vida de profissionais que passam muitas vezes despercebidos.
Não posso estragar a surpresa por isso não vou contar tudo. Fica mais uma vez o convite para todos os internautas que acessam o meu blog assistir a matéria vida de caminhoneiro o vai e vem de dois gaúchos que achamos em Nova Santa Rosa, no meio do cerrado piauiense.
Não percam também as matérias dos meus colegas do programa revista FSA!
NOVA SANTA ROSA
Se você pensou que a aventura pelo sul do estado ficou restrita a Uruçuí, engana-se. Nossa equipe composta pelo motorista Seu Antonio, Joaquim Júnior professor responsável pela TV FSA e os colegas cinegrafistas Anderson Sabóia e Mayolly Sena e as repórteres Diane Nogueira e Rayara Kelly Campos fomos até a Nova Santa Rosa, comunidade dos sulistas.
O local é impressionante primeiro pelo difícil acesso. Tivemos sérios problemas com a estrada em péssimo estado, o carro da nossa equipe atolou e passamos muitas horas até chegar ao local. Você pode se perguntar o que há de impressionante nisso? O que nos impressionou é como no meio de um nada, pessoas vindas de longe como esses sulistas conseguiram e vem conseguindo construir uma verdadeira cidade com energia elétrica, padaria, mercearia e até clube.
A sensação que eu tive ao chegar à nova Santa Rosa foi de estar em alguma cidade do sul do Brasil. Pessoas de pele branca, a maioria louros de olhos azuis, usando vestimentas tradicionais da cultura gaucha e da região sul do país, costumes diferentes do nosso como o consumo de chimarrão e a prática do bocha, modalidade esportiva comum entre eles.
Tudo era novo para os meus olhos de repórter, fiquei espantado com o número de famílias sulista que reside no local, cerca de 100 entre descendentes de italianos, alemães, russos e poloneses.
Na visita que fizemos a padaria, tivemos a oportunidade de conhecer as especialidades da culinária sulista, doces, tortas, bolos e salgados bastante diferentes dos que estamos acostumados.
Vimos o progresso chegar com a plantação de soja, mas ficamos preocupados com a devastação da vegetação nativa da região.
Ficou para nós além de claro testemunhar muitas novidades. O orgulho de ser segundo eles mesmos moradores de Nova Santa Rosa, a primeira equipe de TV do Piauí a chegar ao local. Uma experiência inesquecível.
O local é impressionante primeiro pelo difícil acesso. Tivemos sérios problemas com a estrada em péssimo estado, o carro da nossa equipe atolou e passamos muitas horas até chegar ao local. Você pode se perguntar o que há de impressionante nisso? O que nos impressionou é como no meio de um nada, pessoas vindas de longe como esses sulistas conseguiram e vem conseguindo construir uma verdadeira cidade com energia elétrica, padaria, mercearia e até clube.
A sensação que eu tive ao chegar à nova Santa Rosa foi de estar em alguma cidade do sul do Brasil. Pessoas de pele branca, a maioria louros de olhos azuis, usando vestimentas tradicionais da cultura gaucha e da região sul do país, costumes diferentes do nosso como o consumo de chimarrão e a prática do bocha, modalidade esportiva comum entre eles.
Tudo era novo para os meus olhos de repórter, fiquei espantado com o número de famílias sulista que reside no local, cerca de 100 entre descendentes de italianos, alemães, russos e poloneses.
Na visita que fizemos a padaria, tivemos a oportunidade de conhecer as especialidades da culinária sulista, doces, tortas, bolos e salgados bastante diferentes dos que estamos acostumados.
Vimos o progresso chegar com a plantação de soja, mas ficamos preocupados com a devastação da vegetação nativa da região.
Ficou para nós além de claro testemunhar muitas novidades. O orgulho de ser segundo eles mesmos moradores de Nova Santa Rosa, a primeira equipe de TV do Piauí a chegar ao local. Uma experiência inesquecível.
AVENTURA EM URUÇUÍ
Olá internauta!
No dia 19 de outubro, nosso querido estado do Piauí comemorou aniversário e a equipe do programa Revista FSA, para festejar essa importante data, colocou o pé na estrada para mostrar as belezas do nosso estado.
Tínhamos tudo programado os destinos seriam: Campo Maior, Pedro II, Parnaíba, Oeiras e Uruçuí, mas por problemas com a direção da faculdade, apenas duas viagens foram possíveis. E esse aprendiz de repórter que vos fala estava em uma dessas aventuras.
Minha experiência de viagem é pequena, confesso nunca tinha viajado tão longe. Foram 473 quilômetros percorridos até chegar a Uruçuí, umas das cidades mais prósperas do sul do estado.
A região ficou nas ultimas décadas conhecida pelo cultivo da soja e a imigração de sulistas (gaúchos, catarinenses, paranaenses), gente que vem colaborando com o progresso, mas que é acusada de está destruindo o cerrado.
A cidade é encantadora, para chegar é preciso passar por uma balsa que em breve será substituída por uma ponte que está sendo construída. O povo é simples acolhedor e o que mais me chamou atenção no uruçuiense foi o orgulho que esse povo tem de sua terra. Por onde nossa equipe andou as pessoas mostravam com entusiasmo as obras, falavam da riqueza da região, do cultivo da soja. Com isso tudo deu para entender o motivo desse desenvolvimento. A força daquela região está em seu povo que enfrenta as dificuldades comuns dos nordestinos, mas não se esquece de lutar.
No dia 19 de outubro, nosso querido estado do Piauí comemorou aniversário e a equipe do programa Revista FSA, para festejar essa importante data, colocou o pé na estrada para mostrar as belezas do nosso estado.
Tínhamos tudo programado os destinos seriam: Campo Maior, Pedro II, Parnaíba, Oeiras e Uruçuí, mas por problemas com a direção da faculdade, apenas duas viagens foram possíveis. E esse aprendiz de repórter que vos fala estava em uma dessas aventuras.
Minha experiência de viagem é pequena, confesso nunca tinha viajado tão longe. Foram 473 quilômetros percorridos até chegar a Uruçuí, umas das cidades mais prósperas do sul do estado.
A região ficou nas ultimas décadas conhecida pelo cultivo da soja e a imigração de sulistas (gaúchos, catarinenses, paranaenses), gente que vem colaborando com o progresso, mas que é acusada de está destruindo o cerrado.
A cidade é encantadora, para chegar é preciso passar por uma balsa que em breve será substituída por uma ponte que está sendo construída. O povo é simples acolhedor e o que mais me chamou atenção no uruçuiense foi o orgulho que esse povo tem de sua terra. Por onde nossa equipe andou as pessoas mostravam com entusiasmo as obras, falavam da riqueza da região, do cultivo da soja. Com isso tudo deu para entender o motivo desse desenvolvimento. A força daquela região está em seu povo que enfrenta as dificuldades comuns dos nordestinos, mas não se esquece de lutar.
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